sábado, 10 de outubro de 2009
Mensurar o tempo para tutoria
Então aqui tem uma problematica sobre esucação a distância, estamos falando de uma educação a distancia de qualidade ou a qualidade por execelencia tem qu estar presente na educação ,independente de sua modalidade?. Mas a educação a distância tem a questão a tutoria, é feita por profissionais no minino graduado.E a gravidade de também estar em volta com um numero consideravel de aluno , então como a estituição está priorizando uma educação comprometida com a qualidade que envolve interação , mediação, contato por chat, plantões on-line , intervenções que nao seja baseado em comentários simplista e robotico, para isso o tutor tem que se apropriar de uma vasta literatura, além de todos os textos indicados para os alunos. Desta maneira podemos dialogar, intervir de maneira densa nas atividades, problematizando, perguntando, para efetivamente desenvolver um trabalho assim, precisamos de tempo: para ler, os textos, tempo para ler as atividades de cada aluno, sim cada aluno, com sua particularidade, com seu ponto de vista, com sua produção, com seu ritmo, com sua estrutura subjacente, para isso a tutoria nao pode ser um "pacotão", uma intervenção sem rosto, isso nao é comprimento com uma educação que envolve mudança , nova postura, nova maneira de ler o mundo, de empoderamento. para tudo isso requer tempo.
Estava lendo meu diario de bordo, e fiquei pensando no tempo que dedico a tutoria. para poder fazer uma mediação comprometida com uma educação voltada a reflexão, empoderamento..
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Curso de Especialização em Tutoria/ ESPEAD/UFRGS/2008/2

Introdução : A atividade apresenta : 1 - A função pedagógica do tutor da sede, 2- Definindo estratégias cotidianas que possibilitem-facilitem a aprendizagem dos alunos.
1 Função Pedagógica do tutor da sede
Uma das funções pedagógica do tutor da sede, dentro do curso de graduação de Pedagogia modalidade a Distancia esta voltada em: Trabalhar a partir da pedagogia da pergunta – propor perguntas que ajudem os alunos a descobrir possíveis contradições ou inconsistências em suas contribuições nos fóruns e webfólio educacional.
Pensando em estratégia como possibilitar ao tutor, atuar dentro desta proposta, a coordenação do curso, desenvolve um trabalho de formação continuada com os tutores, desde 2006. A partir de 2007, foi criado o Curso de Especialização em tutoria - ESPAD- UFRGS.
Entre as atividades dentro que englobam a formação esta o Seminário teórico - metodológico: esse seminário contempla estudos e debates interdisciplinares que visam à discussão das arquiteturas pedagógicas utilizadas no curso, bem como apropriação de metodologia de intervenção que permitam ao tutor uma ação reflexiva. Os seminários são voltados para o trabalho desenvolvido na tutoria, oportunizando neste espaço vivenciar experiências com os demais tutores, para haver um maior aprofundamento e reflexão sobre essas vivências nos embasamos das questões teóricas, que envolvem a aprendizagem /desenvolvimento, as questões relacionadas às professoras em exercício, para podermos ter sustentabilidade para trabalho do tutor com as alunas-professoras do PEAD.
2 Definindo estratégias cotidianas que possibilitem-facilitem a aprendizagem dos alunos.
Neste terceiro eixo (2008/1), trabalhamos com diversos textos como: Perguntas: O que é isto. Professores como intelectuais transformadores, Professores enquanto sujeitos do conhecimento, Currículo narrativa e futuro social, Psicologia e Epistemologia Genética de Jean Piaget e Desenvolvimento e Aprendizagem.
Partido destes estudos, minha intenção é trazer algumas intervenções feitas neste eixo, em que busquei apoio nas literaturas estudas durante o curso. Desta maneira posso pensar no conceito de competência, que esta voltada a saber fazer as coisas, o processo que envolve o conhecimento, articulando com a prática, que aqui esta nosso trabalho como tutor.
O primeiro passo para mim, foi começar a ter entendimento no que envolve a aprendizagem, foi fundamental, saber principalmente sobre as estruturas mentais, estudadas por Piaget, “... A construção das estruturas ocorre com a interação do organismo com o meio,...”. Trazendo para o PEAD, aluno x tutores, professores, material disponibilizado, pesquisado, Chat, fóruns, webfólios, email. Etc. Também como tutor saber que esta aluna-professora ao ingressar no curso, vem com diferentes interações que envolvem sua cotidianidade , não somente seu saber e fazer docente, mas estamos muitas vezes frente à alunas-professoras com faixa etária diferente nas alunas que curso presencialmente pedagogia, então o que quero dizer muitas ingressaram no curso , estando há muito tempo ausente de uma sala de aula com aluna.
Então como trabalhar com esse perfil de aluna-professora, intervindo em suas atividades, em suas contribuições no fórum? Tendo nosso papel de tutor, desenvolver estratégias cotidianas de intervenções que passe pela reflexão de suas contribuição, este volta para si, tendo um olhar voltado para, dentro da proposta pedagógica do curso. Então percebo que muitas atividades são construídas fazendo relação com estrutura subjacente, o conhecimento que já tinham a dificuldade encontrada em compreender um texto, a solicitação de uma atividade. Então fazer uma interação com as aluna - professora, sem nos voltarmos para a transmissão e sim trabalhando as questões que envolvem a interação, que é um processo, no meu entendimento voltado para: assimilação e acomodação, para, mas isso a necessidade do aluno descobrir as possíveis contradições em suas contribuições. O tutor para desempenhar essa função de “desequilíbrio”, tem que estar pautado de conhecimento, que se passa através da interação, da vivência que temos como suporte as aulas, os textos, os relatos, os professores que fazem parte de nossa formação continuada.
Intervenção 1- “... Podemos pensar sobre os conceitos das palavras, regras, delimitação, aceitação, que você expõe em seu pensar no inicio do texto. Porque se partimos deste enfoque podemos estar caindo em um estudo de caráter moralista, que segundo o texto tem a função de “evidenciando valores como exemplos a serem seguidos” (p.3), porque para ter um olhar critico sobre as coisas, a olhar a si mesmo, penso que não podemos planejar nesta perspectiva. Sendo assim convido você a pensar nesta possibilidade. As demais reflexões que você fez sobre seu planejamento referente à disciplina contempla a solicitação do professor, pois estamos iniciando a caminhada, para começarmos a refletir sobre a teoria e prática...”.
Através desta intervenção, procurei buscar na aluna um repensar sobre os significados dos conceitos utilizados, em seu texto, com a intenção de voltar o olhar para sua prática docente. As possibilidades do conhecimento conceitual podem verificar nas interações que possibilita a construção ou reconstrução das estruturas mentais.
Como tutora, tenho grande dificuldade em intervir , quando a solicitação da atividade esta voltada para as alunas-professora, trazer seu ponto de vista, articulando com o ponto de vistas dos autores lidos. As alunas estão neste processo de trazer sua opinião, não articulando com o ponto de vista do autor. Como este conhecimento esta sendo construído, partindo do conceito, que o conhecimento parte da ação, da interação com o meio que vive. A intervenção tornar-se delicada no meio ponto de vista, ainda não consegui um estratégia que me possibilite me sentir “à vontade”.
Intervenção 2. ”... muito boa sua atividade, nos expondo sua pratica docente e trazendo a contribuição do texto “Do acaso a intenção em Estudo Sociais”, discorrendo sobre a importância em planejar. Como você não estruturou seu trabalho conforme a solicitação feita: 1) justificativa (que situe Estudos Sociais no currículo escolar, diga de sua importância – ou não), 2) argumentação teórico – prática (que dialogue com autores estudados e com as práticas de sala-de-aula) 3) considerações finais (que evidencie as aprendizagens do semestre) que contemplem aspectos considerados importantes para vocês acerca dos textos e site, das atividades propostas e realizadas durante o semestre e do processo do fazer-se professor de Estudos Sociais. Para responder a pergunta : Você considera como conteúdos, conhecimentos e organização curricular exclusivos para se ensinar e aprender estudos sociais a formulação EU, FAMÍLIA, BAIRRO, MUNICÍPIO, ESTADO...? “. Tentei capturar em suas argumentações seu posicionamento quando a pergunta acima: “Precisamos estar atentos aos conhecimentos e ensinamentos que o aluno adquiriu com a família. Etc.”. Analisei nesta sua fala que a linearidade faz parte de seu fazer pedagógico, mas faltou deixar de maneira estruturada a atividade com os três aspectos solicitados. OBS: SE ATENTAR PARA OS PRÓXIMOS TABALHO PARA AS SOLICITAÇÕES FEITAS, SE NAO ENTENDER ENVIE EMAIL.
No comentário a cima está frente a uma aluna-professora que esta em exercício a mais de vinte e sete anos. Citando Tardiff sobre as questões históricas referente ao saber e fazer do professor “... historicamente, os professores foram, durante muito tempo, associado a um corpo eclesial que agia com base nas virtudes da obediência e da vocação, sendo transferido este papel ara o corpo estatal, então ao professores sempre foram subordinados a alguém.”. Trazendo este contexto para o PEAD, temos um público que esta em exercício a uma longa data, juntando o fator de trabalhar com a aplicabilidade e a subordinação, a solicitação de expor seu ponto de vista, relacionando com os autores lidos, é uma construção, um desafio.
Intervenção 3 . “... Muito bom seu texto .Observo que seu ponto de vista esta voltado,para currículo como narrativa, - “entre outros motivos busca o trajeto, a busca e o sonho, requer maneira diferente de pesquisa e elaboração para que se compreenda esse tipo de aprendizagem como oposto às formas mais tradicionais de aprendizagem formal ou informal”. ( Goodson, Ivor. Currículo ,narrativa e o futuro social. Revista Brasileira de Educação. Nº. 35,2007.p.241-252). // OBS: Nas próximas produções procure articular também com os autores estudados, poderia dialogar com o texto “ Do acaso à intenção em Estudos Sociais”, para discorrer sobre as questões de planejamento,conteúdos ..etc. “
Na intervenção indiquei um texto que estávamos trabalhando no ESPEAD, referente às questões que envolvem o currículo. Procurei apresentar novas leituras, na intenção de contribuir , efetivando interações.
Finalizando:
Ainda não me vejo em condições de definir estratégias cotidianas, voltadas para a intervenção, mas a formação continuada me possibilita ter mais subsídios para trabalhar a partir da pedagogia da pergunta, mantendo uma interação mais qualificada com as alunas-professoras.
Cada intervenção e tem sua singularidade nas questões que envolvem a aprendizagem. Outra vez citando Piaget ““... Os estágios estão ligados ao desenvolvimento, possibilitando a aprendizagem, as possibilidades são genéricas, mas temos que ter as considerações particulares para cada individuo. Aqui podemos pensar nas intervenções ser personalizadas, pois as solicitações (atividades. Etc.) são genéricas, mas cada aluno tem sua compreensão.
Referências Bibliográficas:
ZIEDE, Mariangela Lenz – Formação continuada dos tutores do Curso de Pedagogia a Distância no Modelo de Comunidades de Aprendizagem- UFRGS
CHIAROTTINO, Zélia Ramozzi – Psicologia e Epistemologia Genética de Jean Piaget – Ed. Pedagógica e Universitária ltda.
TARDIFF, Maurice . Saberes docente e Formação profissional . 3 ed. Petrópolis/RJ Vozes. P. 227-244
sábado, 19 de julho de 2008
ESPEAD/UFRGS-2008/1

Refletir - “ voltar o pensamento sobre si mesmo”.
Síntese - " Reconstruir o texto dentro do que aprendi, com minhas palavras".
Aprender a aprender - " Desenvolver estratégias mentais para aprender, para compreender".
"Professor aprender quando quer ensinar".
"Aprender alguma coisa , nunca saímos igual o que éramos antes".
"No currículo prescritivo por uma razão direcionam o que é importante estudar"
"O mundo real é um mundo intermediário" . ( 10.06.08)
"Levá-la a refletir sobre o plágio, como começar a fazer isso?"
"Como nós educadores ,podemos trabalhar a questão da ética, do plágio, sem entrar na idéia da punição". (10.06.08)
Adaptação = Antes o conflito, depois reorganiza a ação anterior e nao volta para o estado anterior, um estado novo se forma.
"Argumentar, discutir, enfim construir novos esquemas"
"Cada estágio é vencido pela forma de estruturação".
"As formas de estruturação podem não estar vinculado a idade".
"Aprendizagem, esta voltado para o significado ou resignifica das coisas ".
"Não se deve tratar comportamento e aprendizagem como a mesma coisa".
"A motivação é interna".
"alargamento no sentido de ter mais esquema, mais complexibilidade".
"Competência , voltado a saber fazer as coisas". (17.06.08)
"Metodologia de ensino, é descobrir jeito de ensinar melhor". (17.06.08)
“Discussão teórica, tentar explicar, fenômenos através de idéias".
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Tutoria
Nas primeiras leituras das atividades, em que a solicitação é ler um texto sobre as questoes que envolve a metodologia e planejamento e uma analise sobre os processos historicos que envolveram e envolve aprender Estudos Sociais. Partindo desta leitura, foi solicitado aos alunos produzirem um texto sobre sua pratica docente referente a disciplina.
Neste primeiro momento das mediacoes, fiz as leituras de diversas producoes e o que ressalto sao as questoes de comecar a discutirmos sobre os conceitos, encontrados nas producoes como: disciplinas, regras, fragmentar, transmissao e a falta de apresentar de maneira mais clara sobre o aprender Estudos Sociais. Desta maneira , optei em manter uma mediacao voltada destacar as palavras do texto, e convidar a aluna a pesquisar sobre seus conceitos e fazer uma nova leitura do seu texto e observar ou verificar sobre seu saber e fazer pedagogicos , estavam realmente coerente com a proposta que ela almejava em relacao ao aprender Estudos Sociais. Porque , penso que desta maneira, e` um momento de poder refletir, como disse a professora Merion " refletir e` olhar para si mesmo", desta maneira voltando ao texto com a pesquisa em "maos" podemos pensar em nossa producao ,pois nos escrevemos muitas vezes ao retornar verificamos as incorencias que encontramos em nossas "ordenacoes das ideias" , que e`um processo de construcao, entao ao incitar este convite ,penso que e`uma maneira de nao cairmos em estarmos asinalando, o que estamos "lutando" para evitar trabalhar com o "certo ou "errado", esta volta a aluna podera fazer este processo de reconstruir ,revisitar seu texto, sem a "mao acusadora" desta maneira, mantive chat, com alunas,dizendo _ professora nao tinha me dado conta, das incoerencia que escrevi.
No texto indicado na aula no Espead, " perguntas inteligentes : o que e` isto?, fiquei perguntando
sera` que existe ? seguindo a leitura , as autoras , expoe sobre o papel do professor mediador, que acompanham e desafiam os alunos, propondo questoes desafiadoras que apontam para novas perspectivas ou pontos de vistas, penso que e` delicado o papel de mediador, porque tu tens que ser " feliz" nos teus convites, nas tuas palavras e para que possa acontecer de fato um convite a essas novas perspectivas tao almejadaspor todos nos, porque neste momento somos todos nos atingidos por esse nosvo ponto de vista, na mediacao que "deu certo" ,o aluno agegando, mudando ou refletindo de maneira prazerosa sobre seu saber e fazer, aqui digo isso porque estamos mediando com alunas-professoras.
Questoes desafiadores , penso que elas nao estao "prontas" , nao sao estudas previamente, nao estao em uma " caixinha , em uma cartola", mas o aprender continuado como estamos fazendo , nos favorece em estarmos "alertas" , para podemos pensar a maneira de mediar naquele momento, como convidar, instigar o aluno com determinada atividade, producao textual, nos foruns, nos chat.
E a questao do curso fazer este link, entre a teoria e a pratica, de certa maneira estamos em muitas vezes , "desestabilizando" as certezas de seus saberes e fazeres ou nao.
Aqui trago o texto indicado no Espead para nossos estudos " Os professores enquanto sujeito do conhecimento".
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
/EM CONSTRUÇÃO/Voltandando a refletir sobre as intervenções /"De vagar com o andor que o santo é de barro"

Na última aula do ESPEAD, a discussão sobre aprendizagem, foi muito enriquecedora para mim, pois transitamos por diversas conceitos sobre esta temática, mas o pensar de PIAGET é o que devemos nos aproximar , pois estava voltado para a tipo de intervenção que devemos construir na tutoria do PEAD.
Apesar de minhas intervenções estarem nesta perspectiva epistemológica, não tenho aprofundamentos teórico. Desta maneira estou aqui buscando, através de leituras sobre o assunto, dos diálogos que mantenho com os colegas tutores e professores, posso aqui dizer que estou utilizando o processo de sinergia , que em ouço o maior número possível de opiniões, pois todos participam do processo e cada um se sente responsavél, participante efetivo, desta construção sobre o intervir na tutoria, que é uma soma de capacidades que inclui várias parcelas.
Em uma desta busca estou lendo “Aprendizagem & conhecimento escolar /Fernando Becker/, em que extrai um pensar de PIAGET, referente aprendizagem “ A aprendizagem tem seu leque de possibilidades na assimilação. De duas formas : Como instrumentos de conhecimentos já construído a a partir de assimilações anteriores que o sujeito utiliza num determinado momento. Ou como caminho de construção de esquemas ou estruturas que abrem tais possibilidades de construção de novos instrumentos de conhecimentos.(p.15).
Então o cuidado com mediar sem “paternalismo”, mas convidando, instigando, acolhendo o aluno para o caminho de construção de seus esquemas, em que possibilitara a construção de novos instrumentos de conhecimentos. Como tutora me colocar no lugar do outro (aluno), faz-se necessário, procurando ao intervir nas atividades, focando também as questões relacionadas a construção dos esquemas, a individualidades de cada aluno. Para isso a parceria com o professor , é muito importante , mantemos um trabalho em equipe, trocando e-mail, buscando opiniões, construir conforme a necessidade intervenções em parceria como segue abaixo:
Preciso de sua ajuda , em anexo esta o trabalho da aluna A, em que ela utiliza a primeira pessoa, se apropriando do pensar da prof. .
No final esta um comentário que comecei a fazer , mas ainda não postei, por gentileza verifique para mim, como posso comentar e também deixar como sugestão de forma sutil , que não devemos nos apropriar assim do pensar do autor, sem citá-lo.
Obrigada,
Abs,
Zezé
ATIVIDADE DA ALUNA A:
O brincar termina quando a infância acaba? Por quê?
Na minha opinião, o brincar não termina quando a infância acaba, ele se espalha, pois acredito que deixar de ser criança é começar a morrer. O trabalho é uma forma de brincar para os adultos quando assume as características de ser e de instigar mistérios, de propiciar este contato consigo mesmo e com o outro, principalmente de anunciar novos mundos que ainda não existem porque isso é uma das coisas que o brincar faz, ou seja, o trabalho é considerado uma brincadeira para quem sente prazer em realizá-lo, além disso, também brincam quando lembram de suas brincadeiras do passado, da infância, quando saem com os amigos, etc, só claro muda o estilo de brincar. Brincando nós criamos uma cena, que ainda não existe, mas que poderá vir a existir. Por exemplo, as crianças vivenciam na brincadeira algo que pode se tornar realidade mais tarde.
COMENTÁRIO INICIADO PELA TUTORA
Obrigada pela respostas. Através de seu pensar verificamos que a referência esta no pensar da prof. ,(a entrevista), citarei apenas um ex: ” O brincar não morre, ele se espraia pelo nosso ser, permanece e assume novas formas”, desta maneira penso que sua opinião vai ao encontro das colocações feitas pela professora, retirei este trecho de seu trabalho: “Na minha opinião, o brincar não termina quando a infância acaba, ele se espalha, pois acredito que deixar de ser criança é começar a morrer.
Como sugestão para os próximos trabalhos, procure fazer uma relação entre sua opinião e a opinião do autor ....
Email – resposta do prof20/11/
COMENTÁRIO DO PROFESSOR, QUE POSTEI NO WEBÓLIO DA ALUNA
Olá Zezé
Acabei de olhar e acho que o comentários que vc começou a escrever está adequado. Podemos dizer algo assim:
"ALUNA A, pelo seu trabalho percebemos que vc assistiu a entrevista com a Profa. e teve um bom entendimento do que ela quis passar no programa. No entento, a sua resposta nos deixou um pouco confusos, pois vc mistura trechos da entrevista com a prof. com sua opinião na "primeira pessoa". Temos uma sugestão para que seu trabalho fiquei ainda melhor e mais claro. Escreva as idéias extraídas da Prof. entre aspas e ponha seus comentários e complementos fora das aspas e em primeira pessoa. Ok?
Acho que assim ficará mais claro para quem ler.
Email 20/11 / para o professor:
Obrigada Prof. !
Irei postar seu comentário,
abs,
Zezé
Pensando em minha posição como aluna, também estou construindo novos esquemas, em relação a esta temática( aprendizagem,desenvolvimento e inteligência) .
Fonte: Aprendizagem e conhecimento escolar- Fernando Becker (coord).Pelotas: EDUCAD,2002 .
Quântica : Moacir Costa de Araújo Lima -Porto Algre,RS:AGE,2007
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
INTERVENÇÃO
Fonte: O Papel da Tutoria em Ambientes de EAD/abril 2004
Lilian Dias Machado,MS/Universidade Federal do Ceará/
Elian de Castro Machado,PhD/universidade fewderal do Ceará